Com a entrada de dez novos vereadores na Câmara Municipal, pelo menos cinco vereadores a mais devem fazer oposição ao atual governo. Dos onze que ficaram, dois deles (Marialvo Barreto, do PT, e Roberto Tourinho, do PSB) já são de oposição. A Câmara a partir de janeiro terá 21 vereadores, dois a mais que a atual legislatura, resultado do aumento da população da cidade comparado à última eleição.
É essa conjuntura que vai encontrar o prefeito eleito, Tarcízio Pimenta, no início do ano que vem. Mais oposição númerica, ainda que a maioria das cadeiras esteja nas mãos do atual governo. Dos 21, cinco são do Democratas, partido do atual prefeito. PMN, PT, PSDB e P ocupam duas cadeiras cada um. Ocupando uma cadeira cada, temos o PTN, PMDB, PDT, PSL, PT do B, PRB, PRTB e PSB.
SURPRESAS
Zé Curuca, do PSDB, foi a grande surpresa dessas eleições. Conseguiu se eleger com 2.217 votos, menos que nomes mais conhecidos, como Maurício Carvalho (3.567 votos), Sargento Joel (3.514), Antônio Carlos Borges Jr. (3.466) e Genésio Serafim (3.208), mas com a composição da coligação de seu partido, ficou mais fácil vencer com menos votos que coligações maiores.
A votação desse ano também firmou uma tendência na Câmara: o voto religioso foi importante na escolha dos nomes. Além do evangélico José de Arimatéia (PRB), o Frei Cal, do PMDB, conseguiu se eleger com expressivos 2.410 votos.
REMANEJOS À VISTA?
Quando o prefeito José Ronaldo assumiu a prefeitura pela primeira vez, chamou vereadores eleitos para assumir cargos no governo. Com isso, outros assumiram as vagas na Câmara. Com nomes importantes do partido do prefeito com boa votação, mas fora da Casa da Cidadania, é bem possível que secretários, diretores de autarquias e demais chefes saiam do bloco de vereadores que sustentam o governo do Democrata. Serão meses de expectativas para novos e velhos políticos.
Fonte: http://www.fsonline.com.br/
Por: Barreto Júnior.
sexta-feira, 10 de outubro de 2008
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