O secretário de Finanças do município de Feira de Santana, Joaquim Bahia, está com tudo pronto para deixar o governo ao lado do prefeito José Ronaldo que conclui o seu mandato em 1º de janeiro de 2009. E para ocupar a sua vacância, o prefeito eleito Tarcízio Pimenta (DEM) pretende preencher a lacuna com a indicação de um membro político de sua extrema confiança.Também circula nos corredores que contornam a cena política do município, que a primeira dama, Graça Pimenta, está sendo incentivada por influentes membros, que compõe a turma de apoio político ao governo de Pimenta, para assumir o cargo de Secretária de Saúde.Indicação esta que é vista com muita tranqüilidade por parte de Graça Pimenta, que conta com uma ampla experiência administrativa, e por ser uma profissional com formação superior na área de enfermagem. O que a coloca em uma posição muito confortável para exercer tal função. Mas a idéia é vista por alguns membros do grupo, com certa relutância, já que a indicação, para esta secretaria, pode gerar problemas como a prática do nepotismo, o que por certo, não é do interesse do futuro governo em adotar tal práxis condenada por Lei.Pelo andar da carruagem, tudo indica que o futuro reserva algo não menos importante para a primeira dama, a posição de grande responsabilidade: o papel de articuladora e conselheira política da administração do prefeito Tarcízio Pimenta.O secretário de Finanças do município de Feira de Santana, Joaquim Bahia, está com tudo pronto para deixar o governo ao lado do prefeito José Ronaldo que conclui o seu mandato em 1º de janeiro de 2009. E para ocupar a sua vacância, o prefeito eleito Tarcízio Pimenta (DEM) pretende preencher a lacuna com a indicação de um membro político de sua extrema confiança.Também circula nos corredores que contornam a cena política do município, que a primeira dama, Graça Pimenta, está sendo incentivada por influentes membros, que compõe a turma de apoio político ao governo de Pimenta, para assumir o cargo de Secretária de Saúde.Indicação esta que é vista com muita tranqüilidade por parte de Graça Pimenta, que conta com uma ampla experiência administrativa, e por ser uma profissional com formação superior na área de enfermagem. O que a coloca em uma posição muito confortável para exercer tal função. Mas a idéia é vista por alguns membros do grupo, com certa relutância, já que a indicação, para esta secretaria, pode gerar problemas como a prática do nepotismo, o que por certo, não é do interesse do futuro governo em adotar tal práxis condenada por Lei.Pelo andar da carruagem, tudo indica que o futuro reserva algo não menos importante para a primeira dama, a posição de grande responsabilidade: o papel de articuladora e conselheira política da administração do prefeito Tarcízio Pimenta.
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Texto: Carlos Augurto e Sérgio Jones
Por Joilton Freitas
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Ronaldo reconhece a existência de dívidas e diz ser conseqüência dos governos passados
Em resposta ao vereador Roberto Tourinho que pede explicações ao governo municipal de Feira sobre a dívida consolidada de mais de 130 milhões de reais. O prefeito José Ronaldo reconhece a sua existência, mas diz terem sido elas contraídas pelos governos passados. E que já adotou as providências necessárias para que se proceda um levantamento criterioso sobre o débito existente no município, incluindo os que já foram pagos durante as suas gestões. O chefe do executivo feirense esclarece que durante as suas duas administrações não foram contraídos nenhum tipo de débito, exceto no tocante ao empréstimo contraído junto à Corporação Andina de Fomento (CAF). No qual firmou contrato na ordem de US$ 11.737.000,00 (onze milhões e setecentos e trinta e sete mil dólares). Operação de crédito externo contraído pela Prefeitura Municipal de Feira de Santana, tendo como finalidade a construção dos cinco viadutos. Entretanto admite que a existência das dívidas são oriundas dos governos anteriores que não honraram os pagamentos de PIS, PASEP, FGTS, INSS e Previdência Municipal.Ele garante que no seu governo todas as dívidas foram renegociadas e tiveram as suas respectivas parcelas pagas. E que a sua administração não compromete, em nenhum momento, a saúde financeira do município. Quanto a administração de seu sucessor (Tarcízio Pimenta), ele terá o compromisso de efetuar o pagamento dos juros do empréstimo, isto se dará nos três primeiros anos de sua administração . Quanto ao início do pagamento das parcelas da dívida, esta só ocorrerá efetivamente no seu último ano governo. A dívida se estenderá por 10 anos. Diferente de governos passados, o governo de Ronaldo encerra-se com grande conjunto de obras a serem inauguradas no próximo dia 20 de dezembro. O pagamento dos fornecedores, a folha de pagamento dos funcionários incluindo o 13º salário e a limpeza pública do município estão em ordem. O Saldo da administração de Ronaldo fecha-se de forma positiva com a eleição do seu sucessor no primeiro turno em Feira de Santana. As críticas quanto à gestão financeira de José Ronaldo parecem não encontrar eco, ressonância na sociedade feirense, diante do vasto número de obras do atual governo. Em resposta ao vereador Roberto Tourinho que pede explicações ao governo municipal de Feira sobre a dívida consolidada de mais de 130 milhões de reais. O prefeito José Ronaldo reconhece a sua existência, mas diz terem sido elas contraídas pelos governos passados. E que já adotou as providências necessárias para que se proceda um levantamento criterioso sobre o débito existente no município, incluindo os que já foram pagos durante as suas gestões. O chefe do executivo feirense esclarece que durante as suas duas administrações não foram contraídos nenhum tipo de débito, exceto no tocante ao empréstimo contraído junto à Corporação Andina de Fomento (CAF). No qual firmou contrato na ordem de US$ 11.737.000,00 (onze milhões e setecentos e trinta e sete mil dólares). Operação de crédito externo contraído pela Prefeitura Municipal de Feira de Santana, tendo como finalidade a construção dos cinco viadutos. Entretanto admite que a existência das dívidas são oriundas dos governos anteriores que não honraram os pagamentos de PIS, PASEP, FGTS, INSS e Previdência Municipal.Ele garante que no seu governo todas as dívidas foram renegociadas e tiveram as suas respectivas parcelas pagas. E que a sua administração não compromete, em nenhum momento, a saúde financeira do município. Quanto a administração de seu sucessor (Tarcízio Pimenta), ele terá o compromisso de efetuar o pagamento dos juros do empréstimo, isto se dará nos três primeiros anos de sua administração . Quanto ao início do pagamento das parcelas da dívida, esta só ocorrerá efetivamente no seu último ano governo. A dívida se estenderá por 10 anos. Diferente de governos passados, o governo de Ronaldo encerra-se com grande conjunto de obras a serem inauguradas no próximo dia 20 de dezembro. O pagamento dos fornecedores, a folha de pagamento dos funcionários incluindo o 13º salário e a limpeza pública do município estão em ordem. O Saldo da administração de Ronaldo fecha-se de forma positiva com a eleição do seu sucessor no primeiro turno em Feira de Santana. As críticas quanto à gestão financeira de José Ronaldo parecem não encontrar eco, ressonância na sociedade feirense, diante do vasto número de obras do atual governo.
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Por: Joilton Freitas
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segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
Governo aguarda decisão da justiça sobre pagamento de URV
O Governo da Bahia publicou esclarecimento aos servidores estaduais, no Portal do Servidor (www.portaldoservidor.ba.gov.br) informando que o pagamento das diferenças decorrentes da conversão do Cruzeiro Real para a Unidade de Real de Valor (URV), depende de julgamento final sobre Recurso Extraordinário interposto no ano de 2004 no Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo o comunicado oficial, a última decisão pertinente ao assunto foi oriunda do Superior Tribunal de Justiça (STJ) a respeito de outro recurso, desta vez Especial, também, impetrado no ano de 2004. Dessa forma, não há decisão judicial final transitada em julgado sobre esta questão.
Por intermédio da Secretaria de Administração e da Procuradoria Geral do Estado (PGE), o Governo também está alertando aos servidores para que fiquem atentos a falsas informações que circulam na internet sobre pagamento imediato da diferença, evitando desta forma comprometer seus rendimentos com empréstimos e antecipações a juros.
Por fim, o governo estadual declarou que está acompanhado o processo em julgamento no STF e no aguardo da definição final sobre o assunto.
Fonte: Da Redação com Portal do Servidor.
www.fsonline.com.br
Por: Barreto Júnior.
Segundo o comunicado oficial, a última decisão pertinente ao assunto foi oriunda do Superior Tribunal de Justiça (STJ) a respeito de outro recurso, desta vez Especial, também, impetrado no ano de 2004. Dessa forma, não há decisão judicial final transitada em julgado sobre esta questão.
Por intermédio da Secretaria de Administração e da Procuradoria Geral do Estado (PGE), o Governo também está alertando aos servidores para que fiquem atentos a falsas informações que circulam na internet sobre pagamento imediato da diferença, evitando desta forma comprometer seus rendimentos com empréstimos e antecipações a juros.
Por fim, o governo estadual declarou que está acompanhado o processo em julgamento no STF e no aguardo da definição final sobre o assunto.
Fonte: Da Redação com Portal do Servidor.
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Por: Barreto Júnior.
João Durval prioriza infra-estrutura e obras sociais nas emendas ao Orçamento
O senador João Durval (PDT-BA) deu prioridade às questões de infra-estrutura e obras sociais, ao apresentar as emendas individuais a que tinha direito, no Orçamento Geral da União de 2009. São R$ 10 milhões que ele distribuiu entre vários municípios e entidades, no Estado da Bahia. Para ele “a questão da infra-estrutura é muito importante”, mas sem deixar de lado as entidades que cuidam da questão social no Estado.Na maiora das emendas João Durval destina R$ 2.030.000,00 em apoio à Política Nacional de Desenvolvimento Urbano em todo o estado da Bahia. Outra emenda de valor significativo è a que destina R$ 2 milhões em apoio a Projetos de Infra Estrutura turística em Salvador. O assunto é considerado importantíssimo pelo Senador que avalia como importantíssima dimensão econômica da indústria do turismo para o Estado da Bahia e especialmente para a sua Capital.Mas o senador baiano não esqueceu sua cidade de origem, Feira de Santana. Preocupado com a questão educacional ele destinou R$ 1 milhão para a Biblioteca Central Julieta Carteado, da Universidade Estadual de Feira de Santana, criada por ele quando era Governador do Estado.Outra emenda de valor significativo e que prioriza o apoio à Política Nacional de desenvolvimento Urbano vai para Eunápolis com a previsão de investimentos de R$ 1, 6 milhão. Outras emendas, com valores menores, mas tão importantes quanto as demais asseguram recursos para vários outros municípios.Agora é aguardar a aprovação do Orçamento e esperar que o Governo Federal não tenha que fazer cortes nas dotações, devido à crise internacional. João Durval, no entanto, acredita que as suas propostas não só serão aprovadas como empenhadas, a exemplo do que já aconteceu no ano que vai terminando.
Texto: ASCOM de João Durval
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Por: Barreto Júnior.
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Aécio Neves descarta trocar PSDB pelo PMDB
O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), descartou hoje a possibilidade de mudar de partido para viabilizar com mais facilidade sua candidatura à Presidência da República em 2010. A insistência para que ele vá para o PMDB tem sido externada principalmente pelo ministro das Comunicações, Hélio Costa, para quem o PSDB já tem candidato definido: o governador de São Paulo, José Serra. Ele esteve no Paraná para dar uma palestra a agricultores. Aécio considerou o convite uma "gentileza" dos peemedebistas, visto que militou nesse partido antes de participar da criação do PSDB. "Mas estou muito bem no PSDB e acredito que PMDB e PSDB podem trabalhar para construir um projeto juntos para o Brasil", afirmou. No entanto, voltou a insistir que ainda é muito cedo para se discutir as eleições de 2010. "E ninguém pode ser candidato de si próprio", advertiu. "O PSDB, antes de definir o candidato, deve definir qual a proposta, quais as bandeiras, o que vai diferenciá-lo do governo que está aí."
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Agência Estado
Por: Joilton Freitas
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Por: Joilton Freitas
Lula insiste na aprovação da reforma tributária este ano
Sem sintonia com o Congresso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu hoje, durante a reunião de coordenação política, no Palácio do Planalto, a necessidade de aprovação da reforma tributária ainda este ano. Nas conversas que tem mantido com interlocutores, Lula tem insistido que a aprovação do texto básico o mais rápido possível, pelo menos na Câmara, seria um "sinal importante" para a economia, porque ajudaria a combater a síndrome da crise mundial. O presidente voltou a reiterar que "está aberto a negociações" em relação ao texto, insistindo que o importante é votá-lo e aprová-lo em 2008."Quem é contra tem de assumir para podermos negociar", disse, segundo participantes da reunião, o presidente, que tem conversado com governadores e está disposto a dar prosseguimento aos entendimentos para tentar a aprovação. "Reforma tributária sempre é polêmica e o texto está em discussão há muito tempo", afirmou ele, ao reagir às criticas de alguns oposicionistas, que alegam que o governo quer aprovar o texto "a toque de caixa". Para Lula, não há como concordar com a oposição "porque o projeto está em discussão no Congresso há tempos".O problema, segundo o Planalto, é que o discurso "da boca para fora" de todos os governadores e parlamentares é de que é preciso fazer a reforma tributária o quanto antes, que ela muito necessária para o País. "Mas na hora agá, na hora de votar, aí a aparecem os óbices e começam a aparecer os contra", disse Lula, segundo presentes no encontro de hoje. Amanhã o governo vai fazer mais uma investida de convencimento junto aos parlamentares e governadores para tentar dar um novo passo na direção da aprovação da reforma na Câmara.
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Agência Estado
Por: Joilton Freitas
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Obama anuncia equipe de Segurança Nacional com Hillary Clinton na cabeça
O presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, designou a ex-rival nas disputas pela indicação da candidatura à presidência pelo Partido Democrata, Hillary Clinton, à cabeça da diplomacia de seu futuro governo, ao anunciar sua equipe de segurança nacional.Hillary, de 61 anos, será a Secretária de Estado do novo governo que assume no dia 20 de janeiro.Junto dela, Obama escolheu a governadora do Arizona, Janet Napolitano, como nova secretária de Segurança, e Eric Holder como secretário de Justiça; o ex-comandante da Otan, James Jones, será o assessor de Segurança Nacional. O presidente eleito manteve Robert Gates no cargo de secretário da Defesa."Hillary Clinton tem uma inteligência extraordinária, acompanhada de uma ética notável. Estou orgulhoso de que ela seja nossa próxima secretária de Estado", disse Obama durante entrevista à imprensa em Chicago."É uma americana de tremenda força que terá toda minha confiança, que conhece muitos líderes mundiais, que será respeitada em todas as capitais e que, sem dúvida, terá a capacidade de fazer avançar nossos interesses no mundo", acrescentou.A nova secretária de Segurança, Janet Napolitano, de 51 anos, é especialista em questões de imigração ilegal, fruto de sua experiência na chefia do estado do Arizona, na fronteira com o México, o qual governa há seis anos.James Jones, 64 anos, será o novo assessor de Segurança Nacional graças à experiência como comandante das forças da Otan na Europa, assim como por ter sido emissário especial para a segurança no Oriente Médio, um posto que exerceu a pedido da atual secretária de Estado Condoleezza Rice.A nomeação de Robert Gates, por sua vez, não precisará ser confirmada pelo Senado.O ex-diretor da CIA, de 65 anos, substituiu no final de 2006 o controvertido Donald Rumsfeld para elaborar a estratégia de enviar 30.000 soldados de reforço ao Iraque no começo de 2007, decidida pelo presidente George W. Bush.Holder, futuro ministro da Justiça, de 57 anos, será o primeiro negro a ocupar essa função. Estudou na Universidade de Columbia e adquiriu sólida reputação na luta contra a corrupção, como procurador. Substituirá Michael Mukasey, de 67 anos.
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Por: Joilton Freitas
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Sincave: Sem participação do associado sindicato agoniza
O Sindicato dos condutores autônomos de Feira de Santana – SINCAVE existe há 36 anos têm 1.000 taxistas associados, de um total de 1.350 existentes na cidade. Números que impressionam. Mas só impressionam. Se não fosse a alta inadimplência. Apenas 20% dos associados pagam regularmente a sua mensalidade com a instituição, hoje no valor de R$ 20.
Com uma receita cada vez menor, o sindicato pede socorro.
Mas nem sempre foi assim. Na década de l980 o associado participava ativamente, chegando a comprar uma sede própria. O sindicalizado tinha: Atendimento médico e odontológico, barbeiro e oficina de taxímetro. Com o encolhimento de receita, a sede se mantem e os outros serviços são precários ou deixaram de existirem. Isso contribui ainda mais para os que hoje pagam comecem a se afastar da sua entidade.
Um dos pontos apresentado pelo presidente do Sincave, Liomar Ferreira, para a inadimplência, é o surgimento das centrais de rádio. No total de seis em Feira de Santana.
O taxista se associa a elas pagando até R$ 80 mensalmente, não tendo condições de também pagar o sindicato. Ao optar pela central de rádio, o associado tem o cliente quase à “mão”. O processo é simples: A central recebe ligações de vários passageiros que quer um táxi em determinado local. Imediatamente o operador entra em contato direto com o associado que esteja próximo do local fazendo com que ele atenda ao passageiro, o que seria quase impossível se ele não tivesse esse apoio da central.
A comunicação do sindicato com os associados não é constante. Não existe um veiculo de comunicação entre a diretoria e os taxistas, “a comunicação se faz boca a boca, nos pontos de táxi espalhados pela cidade”, diz o presidente do Sincave, Liomar Ferreira, que recentemente completou 28 anos como presidente da entidade. Além da comunicação “boca a boca” a diretoria usa os programas jornalísticos das emissoras de rádio para “mandar recados e convidar o associado para algum evento” explica o presidente. No passado a entidade chegou a ter o boletim informativo “mas não durou muito” disse Liomar.
A alta inadimplência é também explicada por outros vieses aos qual a classe está exposta: O advento do moto taxista, legal e ilegal, os ligeirinhos e o táxi lotação. Todos esses fatores têm contribuído para que o faturamento do taxista seja cada vez menor. Qual seria a saída para resolver essa situação? “O sindicalizado voltar para a sua entidade. Se ele resolver está perto do sindicato, nos teríamos um sindicato mais forte, uma classe unida e ai nossas reivindicações teriam bem mais peso”, Concluiu o presidente Liomar Ferreira, que se diz desanimado pela atual situação. E que teve o seu mandato renovado até 2012.
Por: Joilton Freitas
Com uma receita cada vez menor, o sindicato pede socorro.
Mas nem sempre foi assim. Na década de l980 o associado participava ativamente, chegando a comprar uma sede própria. O sindicalizado tinha: Atendimento médico e odontológico, barbeiro e oficina de taxímetro. Com o encolhimento de receita, a sede se mantem e os outros serviços são precários ou deixaram de existirem. Isso contribui ainda mais para os que hoje pagam comecem a se afastar da sua entidade.
Um dos pontos apresentado pelo presidente do Sincave, Liomar Ferreira, para a inadimplência, é o surgimento das centrais de rádio. No total de seis em Feira de Santana.
O taxista se associa a elas pagando até R$ 80 mensalmente, não tendo condições de também pagar o sindicato. Ao optar pela central de rádio, o associado tem o cliente quase à “mão”. O processo é simples: A central recebe ligações de vários passageiros que quer um táxi em determinado local. Imediatamente o operador entra em contato direto com o associado que esteja próximo do local fazendo com que ele atenda ao passageiro, o que seria quase impossível se ele não tivesse esse apoio da central.
A comunicação do sindicato com os associados não é constante. Não existe um veiculo de comunicação entre a diretoria e os taxistas, “a comunicação se faz boca a boca, nos pontos de táxi espalhados pela cidade”, diz o presidente do Sincave, Liomar Ferreira, que recentemente completou 28 anos como presidente da entidade. Além da comunicação “boca a boca” a diretoria usa os programas jornalísticos das emissoras de rádio para “mandar recados e convidar o associado para algum evento” explica o presidente. No passado a entidade chegou a ter o boletim informativo “mas não durou muito” disse Liomar.
A alta inadimplência é também explicada por outros vieses aos qual a classe está exposta: O advento do moto taxista, legal e ilegal, os ligeirinhos e o táxi lotação. Todos esses fatores têm contribuído para que o faturamento do taxista seja cada vez menor. Qual seria a saída para resolver essa situação? “O sindicalizado voltar para a sua entidade. Se ele resolver está perto do sindicato, nos teríamos um sindicato mais forte, uma classe unida e ai nossas reivindicações teriam bem mais peso”, Concluiu o presidente Liomar Ferreira, que se diz desanimado pela atual situação. E que teve o seu mandato renovado até 2012.
Por: Joilton Freitas
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